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quinta-feira, 1 de maio de 2008

Mudanças na Aldeia

Queridos familiares. Todos nós recebemos uma carta relativamente preocupante quando do desligamento de Gislaine do quadro da Aldeia. Ou é [***?***] dela, ou realmente há laranjas podres no pomar da Aldeia. Se realmente prezamos os R$ 4.224,00 que pagamos mensalmente para termos nossos parentes naquele local que para nós é um dos melhores que conhecemos, senão o melhor, acho que devemos entender melhor o que se passa e o que vem a se passar no futuro próximo. Com a palavra a diretoria da CIAM e seu corpo consultivo. Acho que é muito dinheiro para ficarmos apenas assistindo as coisas acontecerem. Qualquer comentário é bem-vindo, pode ser inclusive através do espaço abaixo, disponibilizado para isso. Mudanças sim, mas não surpresas.

5 comentários:

Anônimo disse...

Walter não concordo o termo paranoia, pq não é real, apemas quis me despedi de pessoas que fizeram parte por anos da minha vida e eu tenho grande coração, espero que vc seja grande de coraçao ( que sei que é e tire este termo) se tem duvidas questiona pessoas...que vai sabe...bjus
Adorei seu blog, ficou lindo, vou sempre postar nele coisas positivas.....se you

Anônimo disse...

Caro Walter e todos da Aldeia da Esperança,
Neste momento de mudanças na Aldeia existem vários aspectos para serem repensados. O Ricardo está empenhado em fazer o melhor de si mesmo.Muitas foram as reclamações por parte de vários familiares de residentes. Agora chegou o momento de rever toda a estrutura. Estamos em um processo de transição. Concordo que vários foram os gerentes que saíram sem sequer sermos avisados e sem uma despedida.Os residentes tiveram que passar por momentos traumáticos com estas saídas sem explicações plausíveis.
Agora faltam promessas a serem cumpridas como a presença de algum médico na Aldeia, uma preparação gabaritada dos gerentes, monitores e demais funcionários.
Tenhamos esperanças de dias melhores embora eu ame a Aldeia da Esperança por se tratar do melhor lugar do Brasil para se viver.
Abraços,
Yvonne Falkas - mãe da Sheila

Anônimo disse...

Que espécie de seres humanos somo?

Atualmentequase todas as sociedades estão efermas. Produzem má qualidade de vida para os seres humanos e os demais seres da natureza, sem atenção á capacidade de reprodução e de regeneraçãode sua integridade. E, o que é pior ainda, exploram a força de trabalho das pessoas, impedindo que expressem sua criatividade.
Somos uma espécie que se mostrou capz de oprimir e massacar seus próprios irmãos e irmãs da forma mais cruel e sem piedade. Só no sex xx morreram em guerras, em massacres e nos campos de concentração e de exterminio cerca de 200 milhoes de pessoas. E ainda construímos uma maquina de morte capaz de exterminar a humanidade e danificar profudamente a biosfera.
Como jamais antes na história, somos responsáveis pelo nosso destino, precisamos nos decidir a isso e resolutamente devemos cuidar da vida e da casa comum, A TERRA
autor Leonardo Boff
Gislaine
Ex Gerente

Anônimo disse...

O que é ser afetivo?
o AFETO não existe sem a carícia, a ternura e o cuidado. Assim como a estrela precisa de aura para brilhar, o afeto precisa de carícia para sobreviver.
È a caricia da pele, do cabelo, das mãos e do rosto que confere concretude ao afeto e ao amor.
è a Qualidade da carícia que impede o afeto de ser artificial, falso ou dubio.
A caricia essencial é leve como uma pena. Ou como um entreabrir suave de porta.
Jamais ha carícia na violência de arrombar portas e janelas.isso quer dizer, na invasão da intimidade da pessoa.
Leonardo Boff




Gislaine Nascimento
Assistente Social/ Psicodramatista

Anônimo disse...

Milho de Pipoca


A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens para que eles venham a ser o que devem ser. O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho de pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer.

Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre.

Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser o fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre. Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente que ela mesma nunca havia sonhado.

Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria para ninguém.

Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.

E você, o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?



Autor Rubens Alves

Gislaine/ Para refletir